Condenação dos primeiros réus é vista como avanço na luta por justiça e enfrentamento à impunidade. Caso evidencia a violência contra lideranças quilombolas e reforça a urgência de ações estruturais do Estado.
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Condenação dos primeiros réus é vista como avanço na luta por justiça e enfrentamento à impunidade. Caso evidencia a violência contra lideranças quilombolas e reforça a urgência de ações estruturais do Estado.
Encontro reuniu lideranças, coletivos e representantes da sociedade civil para planejar ações de acolhimento, incidência pública e diálogo inter-religioso.
Publicação reúne vozes e experiências que conectam justiça ambiental, espiritualidade e compromisso social diante da crise climática. Obra reforça o diálogo inter-religioso e a ação coletiva como caminhos concretos para o bem viver.
No dia 14 de abril, representantes de organizações e movimentos sociais participaram de uma reunião de articulação da Campanha Permanente contra as Violências nos Territórios Negros e Populares, realizada na sede do CEAS – Centro de Estudos e Ação Social.
Autocuidado físico e emocional marcam oficina do projeto Mulheres Vivas no centro de São Paulo.
No dia 08 de abril, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o Conselho Inter-religioso da Bahia (CONIRB), em parceria com o Instituto Reparação, realizou um ato em celebração ao Dia Nacional das Tradições das Matrizes Africanas e Nações do Candomblé, comemorado em 21 de março.
Titulação coletiva de parte do território representa marco histórico para a comunidade e avanço na reparação de direitos. Cerimônia reuniu lideranças quilombolas de diversas regiões, autoridades públicas e organizações comprometidas com a justiça territorial.
Atividade reuniu moradoras e participantes em um espaço de escuta, cuidado e fortalecimento mútuo no centro de São Paulo. Iniciativa articula autocuidado, enfrentamento à violência de gênero e construção coletiva de redes de apoio.
Atividade reuniu moradoras e participantes em um espaço de escuta, cuidado e fortalecimento mútuo no centro de São Paulo. Iniciativa articula autocuidado, enfrentamento à violência de gênero e construção coletiva de redes de apoio.
Honraria reconhece a trajetória histórica de resistência da comunidade quilombola diante de violações e disputas territoriais. Premiação também reforça a urgência da defesa dos direitos humanos, da memória e da justiça social no Brasil.
Materiais produzidos pelas próprias comunidades transformam saberes territoriais em ferramentas de incidência, memória e justiça climática. Encerramento do projeto deixa redes fortalecidas e caminhos abertos para a continuidade da ação quilombola no futuro.
Encontro reuniu jovens de diferentes terreiros para celebrar ancestralidade, fortalecer vínculos e ampliar o debate sobre participação política. A ação reafirma a potência das juventudes de matriz africana na construção de futuros mais justos, plurais e enraizados em seus territórios.