Aos 20 anos da Lei Maria da Penha, o artigo recupera experiências de KOINONIA na construção de redes de cuidado, proteção, autonomia e direitos para mulheres em diferentes territórios.
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Aos 20 anos da Lei Maria da Penha, o artigo recupera experiências de KOINONIA na construção de redes de cuidado, proteção, autonomia e direitos para mulheres em diferentes territórios.
Panorama das políticas públicas para comunidades quilombolas e povos de terreiro entre 2020 e 2025, destacando avanços, desafios e a efetivação de direitos nos territórios.
Artigo revela que a fome vai além do prato e expõe desigualdades profundas vividas por mulheres em ocupações urbanas. Escuta coletiva transforma necessidades em denúncia e esperança.
Artigo reflete sobre democracia a partir da experiência de uma mulher quilombola, conectando maternidade, território e participação política. Texto denuncia desigualdades estruturais e reafirma a urgência de ampliar vozes negras e quilombolas nos espaços de poder.
A estupidez não é apenas uma pobreza do pensamento. Não se limita à incapacidad ...
O feminicídio é uma pandemia silenciosa que segue matando mulheres todos os dia ...
Este artigo integra o livro “Curso de Verão XXXIX: Justiça ambiental – compro ...
Este artigo analisa o cenário do racismo ambiental enfrentado pelas comunidades quilombolas na Bahia, destacando as múltiplas formas de resistência articuladas por essas populações. A partir de uma perspectiva crítica e interseccional, o texto evidencia como a violência ambiental é uma extensão do racismo estrutural no Brasil, atingindo de forma desproporcional povos negros e tradicionais. Ao mesmo tempo, reconhece o protagonismo quilombola na luta por justiça ambiental, territorialidade e direitos ancestrais.
Este artigo analisa o racismo religioso direcionado às religiões de matriz africana, com ênfase no Candomblé, compreendendo-o como expressão de uma guerra cultural herdada do processo colonial brasileiro e atualizada na contemporaneidade por meio de práticas institucionais, políticas e religiosas excludentes. A partir de pesquisa bibliográfica e análise normativa, discute-se a formação histórica do racismo religioso, o papel do sincretismo como estratégia de sobrevivência, a atuação de setores neopentecostais na intensificação das violências simbólicas e materiais contra o povo de santo, bem como as contradições do Estado brasileiro no cumprimento do princípio da laicidade. Por fim, apontam-se caminhos de resistência, reconhecimento jurídico e formulação de políticas públicas voltadas à garantia da liberdade religiosa e à proteção dos territórios sagrados afro-
O seminário “Entre o Céu e a Terra: Religiosidade e Mudanças Climáticas”, promovido pela KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço, aconteceu nos dias 8 e 9 de setembro de 2025, em Mangaratiba, Rio de Janeiro. O encontro reuniu lideranças religiosas, quilombolas, indígenas, pesquisadores, parlamentares e ativistas ambientais com o objetivo de refletir sobre como espiritualidade, justiça climática e saberes ancestrais podem se entrelaçar na luta contra os impactos das mudanças climáticas.
Ainda nessa semana será votado no congresso federal o Projeto de Lei 2.159/2021, caso seja aprovado, alterará significativamente, o licenciamento ambiental no Brasil. A normativa garantirá que empreendimentos obtenham licenças de forma automática, apenas com base na autodeclaração do empreendedor, sem necessidade de análises técnicas prévias. A primeira vista podemos analisar esse processo de aprovação apenas no âmbito da cena política e nos apegarmos na questão quem votará contra ou a favor e qual será a resposta do Presidente Luís Inácio Lula da Silva.
Antes de entrar em recesso, o Congresso brasileiro tem escancarado as bandeiras que verdadeiramente defende.
Enquanto as redes sociais fervem com debates sobre a escala 6 x 1 e a taxação de super-ricos, uma pauta silenciosa, mas também de extrema relevância, está prestes a abrir o caminho “para a boiada passar”.