Com o tema “Traga a sua fé, sua indignação e um alimento para partilharmos!”, o ato acontece 02/09 a partir das 10h, com a participação de organizações da sociedade civil Por Josy Azeviche O Ato inter-religioso proposto pelo amor, com o pro ...
Seminário inter-religioso marca eventos do “Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa” em São Paulo
No último dia 21 de janeiro foi realizado na Igreja da Vila, no bairro Vila Mariana, em São Paulo, o Seminário "Religião, Respeito e Democracia: R(existindo) na Diversidade. O culto ocorre para marcar as celebrações do dia 21 de janeiro Dina Nacional ...
Sob forte presença quilombola e institucional, cerimônia celebra titulação em São José da Serra
A Comunidade Quilombola de São José da Serra, em Valença (RJ), conquistou a titulação coletiva de parte de seu território no dia 28 de março, em uma cerimônia que reuniu autoridades, lideranças quilombolas e organizações da sociedade civil, com presença de KOINONIA. A entrega de 217 hectares marca a primeira titulação, no estado do Rio de Janeiro, de áreas desapropriadas de particulares destinadas a um quilombo, representando um avanço histórico na luta pelo direito à terra e pela permanência no território ancestral.
Quilombolas de Alcântara – MA conquistam titulação histórica de seu território
O Governo Federal anunciou uma série de medidas voltadas à garantia de direitos territoriais para comunidades quilombolas em diferentes regiões do país, marcando um avanço significativo na política de reparação histórica no Brasil.
Durante a abertura da 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, foram assinados nove decretos de interesse social e entregues 18 títulos de domínio, beneficiando mais de 6 mil famílias quilombolas.
Entre os principais destaques está a titulação do território quilombola de Alcântara, no Maranhão. A medida reconhece oficialmente uma área de 45,9 mil hectares e garante o direito à terra para cerca de 3.350 famílias quilombolas da região.
Terreiro de Umbanda é atacado durante cerimônias em São Bernardo do Campo e reacende alerta sobre intolerância religiosa
Um terreiro de Umbanda localizado em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista, foi alvo de ataques durante a realização de cerimônias religiosas, evidenciando mais um caso de intolerância religiosa no país. O Terreiro Flechas da Aruanda sofreu du ...
Quilombo São José da Serra recebe titulação coletiva histórica no Rio de Janeiro
No próximo dia 28 de março, a Comunidade Quilombola de São José da Serra, localizada no distrito de Santa Isabel do Rio Preto, em Valença (RJ), viverá um marco histórico com a titulação coletiva de seu território, realizada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
A cerimônia acontecerá a partir das 9h e contará com a presença de lideranças quilombolas de toda a região, além de autoridades federais, estaduais e municipais.
Com uma área de 476,30 hectares, o território abriga importantes referências naturais e simbólicas, como matas preservadas, uma cachoeira considerada sagrada e um jequitibá centenário, que representa a permanência ancestral da comunidade. Atualmente, o quilombo é composto por 31 famílias, que mantêm práticas tradicionais de uso da terra baseadas na solidariedade e na subsistência, com o cultivo de alimentos como milho, feijão, arroz, mandioca e hortaliças.
Quilombo da Ilha da Marambaia receberá a Medalha Chico Mendes de Resistência 2026
O Quilombo da Ilha da Marambaia, localizado em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, será um dos homenageados com a Medalha Chico Mendes de Resistência 2026, uma das mais importantes honrarias no campo dos direitos humanos.
Organizada pelo Grupo Tortura Nunca Mais-RJ em parceria com diversas entidades, a medalha reconhece ativistas, organizações e trajetórias comprometidas com a defesa da democracia, da memória e da justiça social. Tradicionalmente realizada no dia 1º de abril, data que marca o golpe militar de 1964 e simboliza a necessidade permanente de denúncia e resistência, a cerimônia acontecerá no dia 30 de março, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro.
Juventude de terreiro se reúne em Salvador para celebrar tradições de matriz africana e fortalecer participação política
No dia 21/03, Dia Nacional das Tradições de Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé, Koinonia e juventude de diversos terreiros de Salvador realizou o “piquenique da juventude” no Dique do Tororó, espaço sagrado de Salvador às 9h da manhã. Com o objetivo de fortalecer os laços e avançar no debate sobre *juventude e eleições*, o encontro contou com a presença jovens de 18 à 29 anos, pertencentes a religiões de matriz africana e com interesse na atuação política à partir do pertencimento de terreiro.
Um dos momentos importantes da atividade foi dedicado à memória e à continuidade dos processos organizativos da juventude de terreiro, que teve como marco inicial a primeira versão do projeto, realizada há 10 anos, intitulada A Bala Não Escolhe a Sua Fé
Destruir para dominar: ataque ao patrimônio cultural brasileiro em marcha
A estupidez não é apenas uma pobreza do pensamento. Não se limita à incapacidade intelectual. Envolve coisa pior: incorpora o ódio. Carrega em seu seio uma aversão à inteligência, uma ojeriza à cultura.
O imbecil furioso se sente incomodado por tudo que chama à reflexão. Detesta a ciência, tem repugnância pela arte. Odeia a beleza que é incapaz de fruir. Como nada consegue criar, consagra-se à destruição. O cultivo da memória social aborrece o homem castrado pela estupidez. Ele abraça, portanto, o programa neofascista, que requer a mutilação da história. O vandalismo é sua única competência.
Mulheres vivas: para além do 8 de março
Há cinco anos, entramos em pânico diante da constatação de que estávamos vivendo uma pandemia. Ninguém sabia ao certo o que aquilo significava, mas, aos poucos, fomos tomando consciência de que se tratava de algo perigoso, assustador e mortífero. Embora houvesse pessoas que negassem o fato, ele estava dado e fazia estragos em diversas partes do mundo, impulsionando as pesquisas científicas em busca de antídotos e soluções para aquela crise sem fronteiras.
KOINONIA participa da I Caminhada de mulheres evangélicas que mobiliza Salvador contra o feminicídio
No dia 7 de março, mulheres de diversas confissões de fé participaram da I Caminhada das Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio, realizada entre a Praça do Campo Grande e a Praça da Piedade, em Salvador (BA). Durante o percurso, aconteceram falas em defesa do direito à vida e pelo enfrentamento ao feminicídio, intercaladas por momentos de louvor.
A atividade foi organizada pelo movimento Evangélicas contra o Feminicídio, em parceria com diversas organizações, coletivos e igrejas, entre elas Empodere sua Irmã, Cuxi Coletivo Negro Evangélico, MUPPS, CESE, Rede de Mulheres Negras Evangélicas, 8M Bahia, Movimento Negro Evangélico da Bahia e KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço, entre outras iniciativas de mulheres de fé comprometidas com a defesa da vida e o enfrentamento da violência de gênero.
Licença para chegar e partilhar um pouco…
O texto discute o racismo ambiental como uma expressão do racismo estrutural que afeta diretamente comunidades quilombolas na Bahia. Esse fenômeno ocorre quando impactos ambientais negativos — como poluição, contaminação da água, uso intensivo de agrotóxicos, mineração e degradação dos territórios — recaem de forma desproporcional sobre populações negras e tradicionais, muitas vezes sem que elas participem das decisões sobre o uso de seus próprios territórios.
Na Bahia, onde existem mais de 800 comunidades quilombolas, essas populações enfrentam conflitos fundiários, demora na titulação das terras, ausência de políticas públicas e violência contra lideranças. Apesar disso, o artigo destaca as formas de resistência quilombola, que incluem organização política, articulação com movimentos sociais, práticas agroecológicas, fortalecimento da educação comunitária e a preservação da espiritualidade e da ancestralidade.
Racismo Ambiental e Resistência Quilombola na Bahia
Este artigo analisa o cenário do racismo ambiental enfrentado pelas comunidades quilombolas na Bahia, destacando as múltiplas formas de resistência articuladas por essas populações. A partir de uma perspectiva crítica e interseccional, o texto evidencia como a violência ambiental é uma extensão do racismo estrutural no Brasil, atingindo de forma desproporcional povos negros e tradicionais. Ao mesmo tempo, reconhece o protagonismo quilombola na luta por justiça ambiental, territorialidade e direitos ancestrais.
Mulheres muçulmanas são agredidas em shopping no Paraná
Um caso de intolerância religiosa foi registrado em um shopping no Paraná, onde mulheres muçulmanas foram agredidas por um homem. O episódio foi registrado em vídeo e repercutiu nas redes sociais, gerando indignação e debates sobre respeito à diversidade ...












