Encontrão Quilombola de Mulheres do Baixo Sul da Bahia

<p><em><strong><a href=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/02/koinonia_img_1394-2.jpg”><img src=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/02/koinonia_img_1394-2.jpg” alt=”IMG_1394 (2)” width=”960″ height=”539″ class=”alignleft size-full wp-image-5528″ /></a><br />Ivana Flores</strong></em></p><a href=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/02/koinonia_img_1096.jpg”><img src=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/02/koinonia_img_1096-168×300.jpg” alt=”Dona Maria Leite no preparo da moqueca de jaca verde (FOTO: Ivana Flores) ” width=”168″ height=”300″ class=”size-medium wp-image-5529″ /></a> Dona Maria Leite no preparo da moqueca de jaca verde (FOTO: Ivana Flores)<p>Entre os dias 6 e 8 de fevereiro, o Barroso, quilombo no Baixo Sul da Bahia, abriu suas portas para receber mulheres de outras comunidades vizinhas em um evento que elas batizaram de ‘Encontrão Quilombola’.</p><p>Com a participação de 40 mulheres de 10 diferentes comunidades, este foi um intercâmbio que teve entre os principais objetivos debater saúde alimentar; valorizar a produção rural feminina, criando estratégias para sua comercialização nos mercados locais; além planejar ações e mobilizações para 2017. O Serviço de Assessoria a Organizações Populares (O SASOP) e KOINONIA foram as instituições que ajudaram a facilitar o planejamento.</p><p>O Encontrão já rendeu o primeiro fruto: uma agenda para o próximo dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com uma série de atividades programadas envolvendo as comunidades quilombolas da região. Além da mobilização, o evento serviu ainda para o reforço dos laços de solidariedade entre as comunidades negras tradicionais, mas, sobretudo, entre as mulheres que puderam aproveitar além dos debates, o contato face a face.  </p><p>O ‘Encontrão’ teve ainda uma visita do grupo às propriedades de mulheres do Barroso, que já</p><a href=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/02/koinonia_img_1256.jpg”><img src=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/02/koinonia_img_1256-300×168.jpg” alt=”Ana Gualberto (KOINONIA) e Lucimara (SASOP) (FOTO: Ivana Flores)” width=”300″ height=”168″ class=”size-medium wp-image-5527″ /></a> Ana Gualberto (KOINONIA) e Lucimara (SASOP) (FOTO: Ivana Flores)<p>mantêm pequenos empreendimentos rurais, comercializando sua produção na feira de Camamu ou nas próprias casas. Ali, mulheres das outras comunidades puderam ver de perto e na prática como é o dia a dia das empreendedoras e tirar dúvidas.</p><p>Quando todas se juntaram para cozinhar, cada qual levou algo produzido em seu próprio quintal ou roça. As mulheres foram dividas em grupos responsáveis pelo preparo de pratos que seriam servidos no almoço coletivo. A interação rendeu mais de 10 especialidades: moqueca de jaca verde, casca da banana da terra empanada e vatapá de aipim foram os destaques. No encerramento, o tradicional samba de roda, de pé no chão, saia de chita e muita palma na mão. </p>