CIRANDA NA ABERTURA DA III JORNADA ECUMÊNICA

Comunicação Koinonia

CIRANDA NA ABERTURA DA III JORNADA ECUMÊNICA

 

Emoção e alegria marcaram a cerimônia de abertura da III Jornada Ecumênica. Mais de 300 jornadeiros e jornadeiras, vindos de várias partes do País e da América Latina, celebraram encontros e reencontros na caminhada do ecumenismo. Rafael Soares de Oliveira, secretário executivo de KOINONIA, saudou os participantes lembrando que, enquanto a última Jornada foi simbolizada por laços, esta elegeu a rede como um de seus símbolos, com a intenção de fortalecer a união entre os que lutam contra a violação de direitos. Seguiram-se leituras de textos bíblicos, orações, cânticos e até a improvisação de uma ciranda gigante, em que todos cantaram e dançaram de mãos dadas.

 

O bispo Paulo Ayres ocupou o palco – transformado em um grande barco à vela – para conduzir a homilia. A partir da leitura do Evangelho de Lucas 5.1-11, ele comparou diferentes contextos das jornadas. Em 2002, vivia-se a expectativa da eleição histórica de um presidente vindo da classe trabalhadora, amparado por uma ampla frente política. Hoje, para muitos o momento se caracteriza como de desesperança, decepção e mesmo fracasso, diante de denúncias de corrupção e de resultados pífios para os movimento populares. Entretanto, segundo o celebrante, o momento na verdade é de desafio e superação, requer de todos nós coragem para não desistir de um sonho maior que partidos e pessoas. É preciso “lançar redes ao mar”.

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