ACT promove encontro de parceiros latino-americanos em São Paulo

Márcia Evangelista

O responsável pelo Programa para América Latina e Caribe da Aliança ACT, Carlos Rauda, está em São Paulo (SP) desde o dia 22, no encontro promovido pela aliança em conjunto com os fóruns regionais que reúnem as organizações membro da Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador e Paraguai. “Estamos compartilhando experiências, bons resultados, inquietações e desafios, com o objetivo de elaborar propostas e montar uma estratégia para fortalecer a presença, a identidade e a visibilidade de ACT aqui em nossa região”, disse Rauda.

A Aliança ACT, criada oficialmente em 2010 a partir da fusão de ACT Internacional e ACT Desenvolvimento, é integrada por igrejas e organizações que pertencem ou estão vinculadas ao Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e à Federação Luterana Mundial (FLM). “Nossa tarefa é atender emergências e apoiar a retomada do desenvolvimento em regiões afetadas por desastres e pela pobreza”, esclareceu. Outro tema que faz parte do mandato de ACT é a incidência política.

O encontro em São Paulo, que segue até o dia 26, também serve para organizar as atividades de ajuda na região serrana do Rio de Janeiro. No início da semana, ACT ativou o mecanismo de emergência para acompanhar as organizações brasileiras que integram a aliança e já estão atendendo a região. “Vamos trabalhar junto a famílias mais empobrecidas, para que superem a tragédia”. A organização líder nesta operação é Koinonia, do Rio de Janeiro, que está recebendo uma Equipe de Apoio Rápido para auxiliar na tarefa. A equipe será composta por três profissionais – uma pessoa com conhecimento para elaborar projetos, uma pessoa para processar as avaliações feitas pelos parceiros em campo e uma pessoa da área da Comunicação.

 “É preciso ressaltar o trabalho exemplar, o compromisso e o enfoque ecumênico estratégico que as organizações e os fóruns da América Latina e Caribe estão aportando à Aliança ACT”, observou Rauda. De acordo com ele, o trabalho é realizado com qualidade, profissionalismo e transparência, mas também com compaixão e ética ecumênica. A integração da ajuda humanitária com o desenvolvimento, como algo único e não duas coisas separadas, deve ser uma referência para o mundo ecumênico. “Esse formato com certeza vai permitir que famílias mais vulneráveis possam concretizar propostas sustentáveis para a realização dos seus projetos de vida”, finalizou.

Fotos: Marcelo Schneider/ACT

 

Fonte: Informativo FLD em 23/01/2011

 

 

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