{"id":894,"date":"2021-10-12T16:40:00","date_gmt":"2021-10-12T19:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/kn.org.br\/amazonia\/?p=894"},"modified":"2021-11-12T14:10:45","modified_gmt":"2021-11-12T17:10:45","slug":"luta-pela-terra-na-amazonia-relata-a-violencia-no-para","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/koinonia.org.br\/amazonia\/blog\/luta-pela-terra-na-amazonia-relata-a-violencia-no-para\/894\/","title":{"rendered":"\u201cLuta pela Terra na Amaz\u00f4nia\u201d relata a viol\u00eancia no Par\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/kn.org.br\/amazonia\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Jose-Claudio-Ribeiro-e-Maria-do-Espirito-Santo-2011-Foto-Felipe-Milanez-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-895\" srcset=\"https:\/\/koinonia.org.br\/amazonia\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Jose-Claudio-Ribeiro-e-Maria-do-Espirito-Santo-2011-Foto-Felipe-Milanez-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/koinonia.org.br\/amazonia\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Jose-Claudio-Ribeiro-e-Maria-do-Espirito-Santo-2011-Foto-Felipe-Milanez-300x225.jpg 300w, https:\/\/koinonia.org.br\/amazonia\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Jose-Claudio-Ribeiro-e-Maria-do-Espirito-Santo-2011-Foto-Felipe-Milanez-768x576.jpg 768w, https:\/\/koinonia.org.br\/amazonia\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Jose-Claudio-Ribeiro-e-Maria-do-Espirito-Santo-2011-Foto-Felipe-Milanez-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/koinonia.org.br\/amazonia\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Jose-Claudio-Ribeiro-e-Maria-do-Espirito-Santo-2011-Foto-Felipe-Milanez-160x120.jpg 160w, https:\/\/koinonia.org.br\/amazonia\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Jose-Claudio-Ribeiro-e-Maria-do-Espirito-Santo-2011-Foto-Felipe-Milanez.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Livro relatar\u00e1 40 anos de impunidade na mortes de lideran\u00e7as rurais, como assentados, sindicalistas e sem-terra<\/em>. <em>Acima, imagem do casal assassinado Jos\u00e9 Claudio e Maria do Esp\u00edrito Santo (Foto cedida por Felipe Milanez)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Manaus (AM)<\/strong> \u2013 Raimundo Ferreira Lima, o <em>Gringo<\/em>, sindicalista e agente da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), foi morto aos 43 anos por pistoleiros em maio de 1980, em S\u00e3o Geraldo do Araguaia, no sudeste do Par\u00e1. Ele foi o primeiro dirigente sindical assassinado na regi\u00e3o conhecida como a mais violenta na luta pela terra no Pa\u00eds. Quarenta anos depois, Alex Costa Lima, filho de <em>Gringo<\/em> e que na \u00e9poca do assassinato tinha apenas nove meses, defendeu uma disserta\u00e7\u00e3o de mestrado que foi o pontap\u00e9 para o resgate hist\u00f3rico de assassinatos e chacinas de trabalhadores rurais e se transformar\u00e1 no livro \u201cLuta Pela Terra Na Amaz\u00f4nia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A obra reunir\u00e1 relatos sobre as mortes registradas na d\u00e9cada de 1980 at\u00e9 os processos mais recentes, como o <a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/para-prende-assassino-de-ze-claudio-e-maria-07-08-2020\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">assassinato do casal de extrativistas Jos\u00e9 Claudio e Maria do Esp\u00edrito Santo<\/a>, em 2011, ap\u00f3s terem denunciado ilegalidades que aconteciam no assentamento em Nova Ipixuna, sudeste do Par\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro \u201cLuta Pela Terra Na Amaz\u00f4nia\u201d apresentar\u00e1 16 artigos e textos escritos por familiares ou amigos das v\u00edtimas, e contar\u00e1 em detalhes casos como os de algumas chacinas, entre elas, as da Fazenda Ub\u00e1 e da Fazenda Princesa, ocorridas na d\u00e9cada de 1980, e o Massacre de Eldorado, em 1996.<\/p>\n\n\n\n<p>Os professores universit\u00e1rios Rog\u00e9rio Almeida e Elias Sacramento s\u00e3o os organizadores da obra. Elias Sacramento, que leciona Hist\u00f3ria na Universidade Federal do Par\u00e1, no campus de Camet\u00e1, ficou encarregado de contar a hist\u00f3ria de pessoas marcantes na luta pela terra no estado. Uma delas, particularmente dolorida, \u00e9 a de Virg\u00edlio Sacramento, seu pai, uma conhecida lideran\u00e7a sindical no munic\u00edpio paraense de Limoeiro do Ajuru, no Baixo Tocantins, nos anos 1980.<\/p>\n\n\n\n<p>Extrativista, Virg\u00edlio Sacramento se mudou para Moju e quando l\u00e1 chegou comprou&nbsp; um pequeno lote de terra. No munic\u00edpio, integrou o sindicato, em uma gest\u00e3o que come\u00e7ou a criticar e a enfrentar as grandes empresas que expulsavam lavradores das suas terras. Em 1987, Virg\u00edlio sofreu um grave atropelamento e n\u00e3o resistiu aos ferimentos. At\u00e9 hoje a fam\u00edlia n\u00e3o teve resposta sobre o que aconteceu com o l\u00edder, se a morte foi acidental ou intencional.<\/p>\n\n\n\n<p>Elias Sacramento tinha 12 anos quando Virg\u00edlio morreu. A m\u00e3e, dona Oneide, precisou se desdobrar para cuidar dos 11 filhos. Quando relembra a hist\u00f3ria, o professor refor\u00e7a a impunidade sobre a morte do pai.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCasos de chacina, assassinato que nunca foram apurados, tudo isso demonstra que a capacidade do estado em fazer o o gerenciamento desse problema para dar uma solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocorre, n\u00e3o acontece tanto em nivel nacional, quanto nivel de unidade federativa\u201d, pontua o historiador Sacramento.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft\"><img src=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Virgilio-Sacramento-imagem-disponibilizada-por-Elias-Sacramento..jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-84393\" \/><figcaption><em>Imagem de arquivo de Virgilio Sacramento (Foto cedida por Elias Sacramento)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Rog\u00e9rio Almeida, professor do curso de Gest\u00e3o P\u00fablica e Desenvolvimento Regional na Universidade Federal do Oeste do Par\u00e1 (Ufopa), afirma que \u201cLuta Pela Terra Na Amaz\u00f4nia\u201d \u00e9 fundamental para o momento atual pelo qual o pa\u00eds passa.&nbsp; \u201cPor conta da elei\u00e7\u00e3o desse governo, praticamente, ele&nbsp; [Jair Bolsonaro] sinalizou como licen\u00e7a para matar. Voc\u00ea v\u00ea casos, ocorreram v\u00e1rias mortes ind\u00edgenas no Maranh\u00e3o, perto de Bel\u00e9m, aqui mesmo nessa regi\u00e3o do Xingu tem muita tens\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a garimpeiros, na regi\u00e3o do Anapu s\u00e3o bem violentos\u201d, exemplifica.<\/p>\n\n\n\n<p>Para conseguir realizar o projeto, os professores Rog\u00e9rio Almeida e Elias Sacramento iniciaram um financiamento coletivo online para a edi\u00e7\u00e3o e a impress\u00e3o dos exemplares. Os recursos servir\u00e3o para custear a produ\u00e7\u00e3o do livro, e ainda \u00e9 <a href=\"http:\/\/lutapelaterranamazonia.dzawi.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">poss\u00edvel fazer contribui\u00e7\u00f5es<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4><strong>A disputa pela terra<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Dorothy-Alberto-C\u00e9sar-Ara\u00fajo-7-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59002\" \/><figcaption><em>Trabalhadores rurais e assentados durante o cortejo do funeral da Irm\u00e3 Dorothy Stang (Foto: Alberto C\u00e9sar Ara\u00fajo\/Amaz\u00f4nia Real)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, o Par\u00e1 registrou 30 mortes por conflitos de terra, segundo dados da CPT. Entre os mortos est\u00e3o 28 homens e 2 mulheres. A viol\u00eancia no campo \u00e9 resultado da expans\u00e3o da pecu\u00e1ria, da minera\u00e7\u00e3o e dos garimpos ilegais, atividades que avan\u00e7am pela floresta e v\u00eaem os trabalhadores rurais como obst\u00e1culos.<\/p>\n\n\n\n<p>As principais v\u00edtimas no campo s\u00e3o assentados, sindicalistas e os sem-terra, que s\u00e3o assassinados tanto por conflitos de terra quanto por quest\u00f5es trabalhistas. Al\u00e9m da viol\u00eancia, outra caracter\u00edstica comum nesses conflitos por terras \u00e9 a aus\u00eancia de investiga\u00e7\u00e3o e julgamento dos criminosos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na an\u00e1lise da advogada e membro da coordena\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), Rosa Corr\u00eaa, hoje as quest\u00f5es pela luta da terra se tornaram mais complexas por envolverem muitos outros elementos. \u201cN\u00e3o estamos visualizando o lugar onde a pessoa vai trabalhar, mas \u00e9 onde a pessoa vive. Existe muita cobi\u00e7a pelos territ\u00f3rios ind\u00edgenas, quilombolas, que est\u00e3o cristalizados dentro de um sistema jur\u00eddico, mas que na pr\u00e1tica s\u00e3o condicionados na medida que se inventam leis\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4><strong>Conflitos em Anapu<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Dorothy-Alberto-C\u00e9sar-Ara\u00fajo-40-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59024\" \/><figcaption><em>Funeral da Irm\u00e3 Dorothy Stang em Anapu em fevereiro de 2005<br>(Foto: Alberto C\u00e9sar Ara\u00fajo\/Amaz\u00f4nia Real)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Rog\u00e9rio Almeida explica que existe uma cadeia muito fr\u00e1gil em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Justi\u00e7a at\u00e9 chegar no desfecho dos crimes agr\u00e1rios. Raramente as investiga\u00e7\u00f5es e os julgamentos chegam at\u00e9 os mandantes. Uma exce\u00e7\u00e3o foi o caso da irm\u00e3 Dorothy Stang, um dos poucos que foram julgados rapidamente e de grande repercuss\u00e3o mundial. No livro \u201cLuta Pela Terra Na Amaz\u00f4nia\u201d, o procurador federal Fel\u00edcio Pontes e o padre Amaro narram o assassinato da irm\u00e3 Dorothy, em fevereiro de 2005, no munic\u00edpio de Anapu. A mission\u00e1ria foi morta com seis tiros disparados por pistoleiros. Cinco pessoas envolvidas no crime foram julgadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O munic\u00edpio de Anapu, no oeste do Par\u00e1, \u00e9 considerado <a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/apos-15-anos-da-morte-de-dorothy-stang-a-impunidade-ainda-persiste-em-anapu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">um dos mais perigosos para lideran\u00e7as e sindicalistas<\/a>. De 2018 a 2020, foram registradas seis mortes relacionadas a conflitos de terra, empatando apenas com o munic\u00edpio de Bai\u00e3o que tamb\u00e9m registrou seis homic\u00eddios pelas mesmas motiva\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, os crimes registrados em Anapu s\u00e3o a soma de casos que ocorreram em 2018 e 2019, sendo tr\u00eas mortes em cada ano. Os seis casos no munic\u00edpio de Bai\u00e3o referem-se apenas em 2019, onde ocorreu uma s\u00e9rie de crimes no m\u00eas de mar\u00e7o em um intervalo curto. Pistoleiros assassinaram Raimundo Jesus Ferreira, Marlete da Silva Oliveira, Venilson da Silva Santos, Milton Lopes, <a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/testemunhas-suspeitam-de-violencia-contra-mulher-ou-vinganca-na-morte-de-coordenadora-mab\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dilma Ferreira de Souza <\/a>\u2013 uma das coordenadoras do Movimento de Atingidos por Barragens (MAB) e seu marido, Claudionor Amaro Costa da Silva.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o sudeste do Par\u00e1 \u00e9 marcada por conflitos. S\u00e3o diversos os crimes que ocorrem como assassinatos, conflitos por posse de terra, trabalho escravo, expuls\u00f5es ilegais, amea\u00e7as de morte, execu\u00e7\u00f5es na forma de chacinas e massacres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA SDDH foi instalada em meio a um grande caos, a abertura acontecendo e grandes projetos interferindo na vida do pessoal da regi\u00e3o: Tucuru\u00ed com a regi\u00e3o da hidrel\u00e9trica, a publicidade da instala\u00e7\u00e3o dos projetos minerais, at\u00e9 ent\u00e3o, os projetos minerais aconteciam de uma forma muito velada, e com a abertura dessas informa\u00e7\u00f5es vieram \u00e0 tona e encontramos explica\u00e7\u00f5es para uma s\u00e9rie de viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos na regi\u00e3o\u201d, lembra Rosa Corr\u00eaa.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4><strong>A impunidade \u00e9 regra<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/fazenda-uba-1-1024x681.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-84396\" \/><figcaption><em>Julgamento em Bel\u00e9m do fazendeiro Jos\u00e9 Edmuno Ortiz Vergolino, acusado de ser o mandante da Chacina da Fazenda Ub\u00e1 (Foto:Lucivaldo Sena\/Acervo H\/11\/12\/2006)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Esses casos mais complexos costumam demandar um maior tempo para serem conclu\u00eddos, como a chacina da fazenda Ub\u00e1 e a da fazenda Princesa. Foram quase 30 anos para as fam\u00edlias terem acesso a seus direitos. Essas duas chacinas viraram um artigo no livro \u201cLuta Pela Terra Na Amaz\u00f4nia\u201d assinado pelos professores Airton Pereira, da Universidade do Estado do Par\u00e1 (Uepa), e Rog\u00e9rio Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA puni\u00e7\u00e3o para aqueles que s\u00e3o respons\u00e1veis pelos assassinatos no campo, principalmente de lideran\u00e7as, n\u00e3o existe. Se considerarmos a grande quantidade de assassinatos de camponeses no Par\u00e1 e aqueles casos em que os respons\u00e1veis pelos crimes foram identificados e punidos \u00e9 insignificante\u201d, afirma Jos\u00e9 Batista Afonso, advogado e membro da Comiss\u00e3o da Pastoral da Terra em Marab\u00e1 (PA).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Batista Afonso, que no livro assina artigo, em parceria com o tamb\u00e9m advogado Carlos Guedes, sobre o Massacre de Eldorado do Caraj\u00e1s, os poucos&nbsp; casos que tiveram uma investiga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m receberam uma grande repercuss\u00e3o na m\u00eddia. Mas mesmo ap\u00f3s a condena\u00e7\u00e3o de alguns respons\u00e1veis, nem todos chegaram a cumprir as penas.<\/p>\n\n\n\n<p>O soci\u00f3logo Alex Costa Lima defendeu a sua disserta\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/sigaa.unifesspa.edu.br\/sigaa\/public\/programa\/defesas.jsf?lc=lc=pt_BR&amp;id=123\">\u201cPadres Posseiros de S\u00e3o Geraldo do Araguaia: o Caso de Cajueiro\u201d<\/a>, em abril de 2020, na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Par\u00e1 (Unifesspa). A orienta\u00e7\u00e3o foi do professor Airton Pereira (Uepa) e teve na banca o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro Ricardo Rezende e a professora Edma Moreira (Unifesspa).\u201cEle (Lima) n\u00e3o conheceu o pai e depois de 40 anos do pai falecido defendeu uma disserta\u00e7\u00e3o sobre a luta pela terra em uma universidade p\u00fablica que de certa forma \u00e9 um dos desdobramentos dessa luta. A presen\u00e7a do campesinato dentro da universidade \u00e9 muito forte\u201d, conclui Almeida sobre o car\u00e1ter emblem\u00e1tico desse projeto acad\u00eamico.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/como-doar\/\"><strong><\/strong><\/a><strong><a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/como-doar\/\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/como-doar\/\"><strong><\/strong><\/a><strong><a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/como-doar\/\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/alicia-lobato-2-e1603569643369.jpg\" alt=\"\" width=\"122\" height=\"126\" \/><figcaption>Alicia Lobato \u00e9 acad\u00eamica de jornalismo, natural de Bel\u00e9m no Par\u00e1, e vive em Manaus desde 2017. Integra a equipe da ag\u00eancia Amaz\u00f4nia Real desde 2019, quando iniciou como estagi\u00e1ria depois de participar da 1\u00aa Oficina de Jornalismo Socioambiental promovida pela Amaz\u00f4nia Real e a organiza\u00e7\u00e3o internacional Climate Tracker. Na ag\u00eancia escreve reportagens que pautam a viol\u00eancia contra a mulher e o racismo. Tem interesse pelo jornalismo ambiental e de dados. (alicia@amazoniareal.com.br)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Publicado originalmente em <a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/livro-luta-pela-terra-na-amazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Amaz\u00f4nia Real <\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong><br><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manaus (AM) \u2013 Raimundo Ferreira Lima, o Gringo, sindicalista e agente da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), foi morto aos 43 anos por pistoleiros em maio de 1980, em S\u00e3o Geraldo do Araguaia, no sudeste do Par\u00e1. 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