Equipe do Transcidadania participa de encontro sobre acolhimento da população T e abuso de drogas

<p><a href=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/03/koinonia_whatsapp-image-2017-02-23-at-18.26.24-3.jpg”><img src=”http://koinonia.org.br/wp-content/uploads/2017/03/koinonia_whatsapp-image-2017-02-23-at-18.26.24-3.jpg” alt=”WhatsApp Image 2017-02-23 at 18.26.24 (3)” width=”1040″ height=”585″ class=”alignright size-full wp-image-5549″ /></a><br /><em>Natália Blanco</em></p><p>No dia 23, Symmy Larrat, assistente de coordenação do Transcidadania, participou do encontro “Tecendo as redes de cuidado familiar”, do programa estadual Recomeço Família, no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), na região da Luz, SP.</p><p>O tema da conversa foi “Relação entre identidade de gênero e abuso de drogas” e Symmy falou sobre identidade de gênero e orientação sexual. Outra das palestrantes, a psicopedagoga do Cratod, Ariadne Ribeito, falou do tema do ponto de vista da área da saúde.</p><p>Sammy abordou a rejeição e violência, em geral, sofrida desde muito cedo por transexuais e travestis) em suas próprias famílias. A assistente de coordenação falou ainda de como as frustrações decorrentes desse tipo de situação podem ser depositadas em vícios em drogas ou álcool, posteriormente.</p><p>“A identidade de gênero está ligada a quem eu sou e como eu me reconheço, porém, nossa sociedade é patriarcal, e a figura do homem e mulher é bem definida pelos órgãos genitais, ou seja, o lugar onde nós recebemos a primeira violação de direitos humanos é na família, pois é pecado, é amoral, e a família não foi ensinada a acolher essa pessoa. Logo, ou essa pessoa é expulsa de casa, ou vive uma verdadeira tortura psicológica dentro da família”, diz Symmy.</p><p>Uma outra questão importante no debate foi o atendimento da população T nos serviços públicos. A falta de uma regulação das instituições públicas, nesse sentido, acaba fazendo com que elas reproduzam a discriminação do conjunto da sociedade, negando dessa forma direitos básicos.</p>